sábado, 7 de março de 2015
Hoje me encontro no meu antigo eu.
Veio de visita e dormimos juntos essa noite.
Um sexo sem compromisso, espero.
Muito tempo construindo uma máscara; hoje ela está na cabeceira da cama.
Qualquer que me visite, pode me ver, a porta é aberta e chove aqui dentro.
Raiz não tenho nenhuma, talvez só nessas palavras, nas linhas que compõem o meu nome.
No mundo todo mundo é superficial, mas o que todo mundo quer mesmo é viver na superfície.
Como respirar nas profundezas?
Espero que esse sexo seja sem compromisso.
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