Que saudade de vomitar velhas palavras presas à minha garganta. Que litros de bile jorrem boca a fora rumo à liberdade.
Que venha a revolução, revolução raquítica-anêmica-anoréxica, porém revolução!
Saltemos do precipício em direção a queda sem fim.
domingo, 25 de janeiro de 2009
Intolerávelmente eu.
Vejo um espelho diante de mim. Gostaria muito poder tocá-lo, atravessá-lo, tomar a mim mesmo pelas mãos e correr para onde não haja sofrimento.
Gosto de sentir a areia branca, que nem sempre corre pelos dedos, mas serve de assento firme. E que diante de certos fatos se torna maleável mais uma vez e destrói todas as bases. Descobri uma pessoa exigente habitando meu interior, que até pouco tempo não sabia exitir. Sinto medo que o espelho seja estilhaçado antes mesmo que eu possa atravessar a linha tênue entre duas existências: Real e ideal. Cada vez que deram certas regalias, foram-me tiradas com tal violência, que apenas o vazio é capaz de estampar. O vazio é com certeza a figura mais cruel existente. Nada é pior do que o nada. E esta é uma visão otimista.
Gosto de sentir a areia branca, que nem sempre corre pelos dedos, mas serve de assento firme. E que diante de certos fatos se torna maleável mais uma vez e destrói todas as bases. Descobri uma pessoa exigente habitando meu interior, que até pouco tempo não sabia exitir. Sinto medo que o espelho seja estilhaçado antes mesmo que eu possa atravessar a linha tênue entre duas existências: Real e ideal. Cada vez que deram certas regalias, foram-me tiradas com tal violência, que apenas o vazio é capaz de estampar. O vazio é com certeza a figura mais cruel existente. Nada é pior do que o nada. E esta é uma visão otimista.
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