sábado, 12 de outubro de 2013

É difícil ser a oposição da luz, você já está fadado à morte e faz parte dela, a burrice que luce te irrita porque basta uma fresta pra engolir a escuridão. Trato eu de ser buraco negro, como todo esse brilho ao meu redor e espero um momento de big bang. Sempre fazendo os mesmos movimentos, o quê isso quer dizer?

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Como alguém gerado na noite pode se deixar nascer na luz da manhã? Estás no interníssimo entranhado útero E és cuspido, escarrado é arremessado em uma explosão de vida e morte em direção a luz. Seus olhos ainda não estão preparados. Dia após dia é preciso flotar E aprender a abrir os olhos Vê-se pouco, se vê de perto. Vê-se então, a luz. Mas não te alcança a luz em todo seu esplendor. É preciso abrir os olhos, encarar o Sol, ínfima estrela de uma, de milhões de galáxias. Poderás com o Sol? Ou morrerás na noite quando ninguém te vê. Já me senti Sol, por alguns instantes. Mas vem o universo a tragar-me a luz. dentro deste útero interníssimo, sou a única luz que brilha. Preciso renascer todos os dias junto ao Sol, E me deitar junto a ele. Somente assim nos faremos iguais.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

O amor é assim, pousa borboleta, Um ruflar de asas já é furacão. Milhões de asas coloridas girando em espiral em meio ao torbelino. girando, gerando luz branca. Pureza, papilio.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

É minha noite e luz. Luz forte, luz branca. Você no centro do meu palco, Meu riso melódico, que por direito eu escolhi. Você brilha entre milhões de aplausos, Mas é o meu que você procura. Minha palma é ignição do seu brilho, Meu brilho alento do seu amor.