O tempo se cruza em linhas espiraladas.
Vejo uma cadeia de DNA se entrecortando dentro de mim,
Taõ intimamente e eterna como o símbolo do infinito mutante que é a essência humana.
Mutante porém cíclica, mesmos padrões de mudanças.
Alto, baixo. Estranhamos as linhas retas.
Estranhamos qualquer tipo de estabilidade, até porque ela não existe.
Quem é perfeitamente estável?
Somos uma máquina de hormônios explosivos em giro.
Expandir é sempre duro.
O universo expande e morre. Explode dentro de si.
Nascemos de uma fôrma, morreremos da mesma forma?
Ou há possibilidade de expansão?
Nascemos moldados pra vida e seremos eternamente moldados, uma vez que se se extrapola o molde, nos perdemos.
Somos uma construção imutável, se concretizando a partir de um projeto sem ajustes.
Milimetricamente plasmado.
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
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