quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Isso vai passar?

O tempo se cruza em linhas espiraladas.
Vejo uma cadeia de DNA se entrecortando dentro de mim,
Taõ intimamente e eterna como o símbolo do infinito mutante que é a essência humana.
Mutante porém cíclica, mesmos padrões de mudanças.
Alto, baixo. Estranhamos as linhas retas.
Estranhamos qualquer tipo de estabilidade, até porque ela não existe.
Quem é perfeitamente estável?
Somos uma máquina de hormônios explosivos em giro.
Expandir é sempre duro.
O universo expande e morre. Explode dentro de si.
Nascemos de uma fôrma, morreremos da mesma forma?
Ou há possibilidade de expansão?
Nascemos moldados pra vida e seremos eternamente moldados, uma vez que se se extrapola o molde, nos perdemos.
Somos uma construção imutável, se concretizando a partir de um projeto sem ajustes.
Milimetricamente plasmado.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

O nada

É engraçado como a vida tem fases escuras, fases claras e fases café-com-leite.
Como uma coisa pode tornar-se outra quando todos consideravam impossível. Nada é impossível, e é aí q o nada se torna uma grande coisa, mesmo sendo nada, anteriormente nada, nada é tudo, porquê tudo tornou-se nada! É engraçado como tudo que é planejado dá errado, e todo o inusitado se torna extremamente bom. O segredo é não esperar, não esperar por nada deixar que as coisas venham. Mas a partir de agora q o segredo foi revelado, o segredo será outro e assim sucessivamente. Ad aeternum. SIM, a realidade é insconstante e irreal. nADA EXISTE, E O NADA É TUDO OUTRA VEZ. E até quando isso vai? Até nunca e até sempre, pois não há tempo e o tempo corre EM DIREÇÃO AO NADA, QUE É TUDO, e que não preenche nenhum vazio, pois é nada. E aí mora o perigo!

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

As vezes meu humor fica ácido,
Tenho vontade de usá-lo pra digerir pessoas.
Curar essa azia que há tempos já carrego,
E que não há sal de frutas que resolva.
Aqui, lá.
De manhã e na madrugada,
Me acompanham pensamentos burros
Irritações e sorrisos venenosos.
Vomito essa úlcera,
E tento pensar num balde com gelo.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Emocao estupida,
calma violenta.
Respiracao e controle.
vontade de desentranhar
Uma garra que puxa com violencia e dilacera
Paixao pelo odio
Repeticao
repeticao monotona
Iminencia.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Uma surpresa

Uma dúvida

Um riso bobo

E uma dúvida de novo.

Dúvida que agora não é mais riso

Uma palavra que evade

E um trôpego perigo.